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Novo presidente eleito: Como fica o mercado imobiliário?


Após meses profundamente intensos com o país polarizado, as eleições chegaram ao fim. O presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva, já iniciou a transição do governo e é natural que diversos questionamentos surjam.

É comum que as pessoas fiquem aguardando os nomes que serão indicados, as diretrizes que serão abordadas para tomarem decisões, principalmente referentes a investimentos ou a compra de bens.

O mercado está reagindo da mesma forma, com cautela por não saber ao certo qual será o direcionamento dado à política econômica do novo governo. Que apesar de já indicar posicionamentos sobre determinados assuntos, como o esperado, ainda não fez definições específicas.

Diante de um cenário de mudanças e de incertezas, há um mercado que se mostra sólido e, ainda, promissor: o imobiliário.

Comprar um imóvel, seja para moradia ou investimento, é alocar seu dinheiro em um patrimônio que historicamente se mostrou imune às instabilidades políticas e muito resiliente em momentos de oscilações e incertezas econômicas.

De acordo com a Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc), quem comprou um imóvel e o colocou para locação entre 2009 e 2019, por exemplo, mesmo com as idas e vindas da economia teve um rendimento anual de mais de 15% (considerando a soma do retorno médio do aluguel mais a valorização natural do imóvel).

Enquanto o mundo atravessava uma crise sem precedentes causada pela pandemia, o mercado imobiliário teve crescimento recorde, com um volume de vendas entusiasmante e poucas vezes visto anteriormente.

Quais são as expectativas para 2023?

Uma pesquisa realizada pela Brain em parceria com a ABRAINC (Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias), coletou a opinião de 356 empresários do setor imobiliário, com o objetivo central de analisar suas percepções sobre o desempenho do setor. Segundo o levantamento, 62% dos empresários acreditam que o mercado imobiliário em 2023 estará melhor. Além disso, 55% disseram que as vendas de 2022 estiveram de acordo ou acima das metas previstas no início do ano.

“A maioria das pessoas previa um cenário desfavorável, sobretudo pela alta dos juros, mas não é o que temos visto. Os resultados do ano têm sido positivos e os empresários mostram-se bastante otimistas para 2023”, disse Fábio Tadeu Araújo, CEO da Brain Inteligência Estratégica.

Outro levantamento, buscou ouvir os consumidores a respeito da intenção de compra de imóveis. Foram ouvidos 850 entrevistados de todas as regiões do país. 85% dos consumidores que adquiriram imóveis nos últimos 12 meses, compraram unidades residenciais (69% para moradia e 16% para segunda residência ou imóvel de lazer).

Um nicho que, teoricamente, corre o risco de sofrer instabilidade no governo Lula é o dos imóveis de luxo e alto padrão, que teve crescimento robusto desde o início da pandemia. Embora a política econômica do vitorioso nas urnas ainda não tenha sido comunicada com clareza, é esperado um movimento no sentido da desconcentração de renda.

Por outro lado, o alto padrão tem sido imune a todas as crises econômicas pelas quais o país passou nas últimas décadas, surfando numa dinâmica própria.

No entanto, o presidente eleito já recebeu pedidos de associações como a CBIC (Câmara Brasileira da Indústria da Construção) por mais espaço no orçamento federal. “A solução de problemas sociais e econômicos passa pela indústria da construção civil”, disse José Carlos Martins, presidente da entidade.

Enquanto o mandato não se inicia, a certeza que se tem é a de que investir em imóveis é e continuará sendo uma decisão assertiva para quem quer rentabilidade e segurança, independentemente do cenário político-econômico.

Aproveite a estabilidade do mercado e conte com a MJ Imóveis, somos especialistas no setor imobiliário há mais de 36 anos, atuamos com venda, locação e administração de imóveis residenciais e comerciais.
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