Entre contratos, recibos e transferências bancárias, muitos contribuintes só percebem que o aluguel também faz parte da declaração quando já estão diante do programa do Imposto de Renda. Embora morar em imóvel alugado não represente, necessariamente, aumento de imposto para o locatário, a forma como esses valores são informados — tanto por quem paga quanto por quem recebe — exige atenção às regras da Receita Federal do Brasil. Pequenos equívocos no preenchimento podem gerar inconsistências e questionamentos futuros. Por isso, compreender como o aluguel deve aparecer na declaração de 2025 é uma medida de prudência que evita dores de cabeça e assegura conformidade com a legislação. 1. Quem mora de aluguel precisa declarar o valor pago? O locatário não pode deduzir o valor do aluguel residencial no Imposto de Renda. Atualmente, a legislação não permite abatimento dessa despesa na declaração da pessoa física. No entanto, se estiver obrigado a declarar por outros motivos (renda, ben...
Na hora de comprar ou alugar um imóvel, é muito comum se deparar com três expressões que parecem sinônimas, mas não são: área útil, área construída e área total. Entender a diferença entre elas é fundamental para evitar frustrações e fazer comparações mais justas entre imóveis. O que é área útil e por que é importante? A área útil corresponde aos espaços internos de um imóvel que podem ser efetivamente utilizados, como salas, quartos, cozinhas e banheiros, excluindo a espessura das paredes, pilares e áreas comuns. É comumente chamada de “área de vassoura”, pois representa os locais onde é possível circular e utilizar no dia a dia. É importante destacar que corredores internos e escadas também fazem parte da área útil. Por outro lado, paredes, colunas, garagens e áreas comuns do prédio ou condomínio não são consideradas área útil. Inclui: sala, quartos, banheiros, cozinha e corredores internos. Não inclui: paredes externas, áreas comuns do condomínio ...